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09 julho 2010

Impressoras 3D

Pode até não ser novidade para alguns, mas acaba de me ocorrer que isso pode significar o fim da manufatura.

02 setembro 2008

Google Chrome

O Google liberou hoje versão beta do seu navegador, o Google
 Chrome. Assim que fiquei sabendo, desesperadamente baixei o pacote e o instalei para testar. O Chrome foi projetado para aumentar a navegabilidade integrando o motor de buscas da empresa com o navegador. Desta forma, o usuário é o tempo todo auxiliado por sugestões de sites na barra de endereços, além do fato de você poder simplesmente digitar uma palavra-chave na barra de endereços e deixar que o browser se encarregue de resolve-la, direcionando para o site especificado ou para a própria págia de resultados do Google. 
A primeira coisa que me chamou a atenção foi a falta da barra de status. Procurei em tudo quanto é configuração uma maneira de deixá-la visíviel, mas não encontrei - aliás, as opções de configurações são bem poucas, o que eu acho muito bom. Quando eu ia fazer a minha primeira crítica negativa a respeito do danado, acabei percebendo que a barra aparece somente quando é necessário, ou seja, quando você coloca o mouse sobre um link, por exemplo, ou quando algum item da página está sendo carregado. Sem contar que, assim que a instalação foi concluída, o browser importou automaticamente todas as minhas
 configurações do Firefox 3. 
Mas o que é impressionante mesmo nesse browser é o seu inspetor de HTML. Um show de organização e usabilidade. Você pode, por exemplo, selecionar os elementos da página por blocos, visualizar os estilos CSS, buscar elementos e mais um monte de coisas legais. No quisito "consumo de memória" ele se mostrou bastante econômico, utilizando menos 5 MB em média*, aqui na minha máquina.
Ainda não tive tempo de explorar o danado por inteiro, mas já o recomendo para download.



27 agosto 2008

SETI@home


Quer ajudar a procurar vida inteligente fora do planeta Terra?
Então, acesse esse site aqui SETI@home e baixe a proteção de tela que eles disponibilizam gratuitamente.
O projeto SETI foi desenvolvido para analisar sinais gravados por rádio-telescópios para detectar padrões incomuns e, quem sabe, inteligência. Por muito tempo o processamento dos sinais foi feito por supercomputadores e, em 1995, acabaram migrando para um modelo virtual de supercomputador composto por vários usuários interconectados pela Internet. Em outras palavras, a proposta é utilizar o tempo ocioso do seu equipamento para fazer a análise dos sinais. Desta forma, toda vez que seu computador estiver sem uso, ao invéz de uma proteção de tela, ele carrega o software, baixa e processa os pacotes. Mais uma forma de você trabalhar de graça e sem esforços em prol de uma causa nobre: localizar vida alienígena. Sem contar que as imagens da proteção de tela são bem legais. Dão a impressão de que você está fazendo algo importante.

21 agosto 2008

Escravidão digital

Você pode não saber, mas está digitalizando livros e, pior, de graça!
Sabe aquelas imagens com letrinhas que você tem que digitar todas as vezes que quer enviar um link para alguém no Orkut, fazer download ou se cadastrar em algum serviço online? O nome daquilo é captcha e, teoricamente, elas servem para diferenciar você de um sistema computacional, ou seja, é muito mais difícil para um software reconhecer e "digitar" as letras na caixa de texto do que para você. Até aí nenhuma novidade, né?
Bem, acontece que até pouco tempo atrás, as letras das imagens captcha eram geradas aleatoriamente, sem nenhum significado específico. Agora, os cientistas da universidade de Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, estão substituindo as letras aleatórias do captcha por palavras oriundas de livros digitalizados. Em outras palavras, eles “scanneiam” os livros e colocam as palavras pra você digitar (genial!). Com isso, eles já digitalizaram aproximadamente 17 mil livros.
O nome do sistema revolucionário (e oportunista) é reCaptcha e, para garantir que as palavras foram digitadas corretamente, elas são combinadas com palavras já conhecidas e submetidas a mais de um usuário. Assim, se o usuário acertou a palavra conhecida da imagem, presume-se que ele tenha acertado a palavra do livro também. Cada palavra deve ser digitada por vários usuários até que, estatisticamente, ela seja considerada válida.