

Depois de bater várias vezes contra a lâmpada do post anterior, o percevejo se recompõe no cabo de uma tesoura velha.






O Robert Banks é o artista de rua mais conhecido do mundo, apesar do fato de que pouco se sabe sobre sua identidade. "Bankys", ou "Robin Banks" (Roubando Bancos) como a imprensa inglesa o apelidou, cria sua arte em locais públicos e de grande movimento, sempre utilizando uma mistura de crítica e sarcasmo.


Conheço muito pouco dessa banda, no entanto, posso afirmar com segurança que é muito boa. O Stauros, segundo o que eu andei lendo, foi um marco na história do white metal nacional. Com esse disco os caras receberam uma pá de prêmios e a faixa Fim do Dia alcançou o topo nas paradas das rádios evangélicas do pais.
Um dia desses um amigo meu me pediu para que acessasse o site www.hibria.com e que conferisse o som dos caras. Se não me engano, tem duas músicas, em MP3, disponíveis para download lá. Fiquei com a sensação de que era só mais uma banda de "powermetal feijão com arroz". De qualquer forma, fiquei impressionado com os vocais e decidi baixar o disco todo para ver "qualé que era". Passei o álbum para alguns amigos meus, mas, eu, particularmente, nem dei bola pra ele. Todos os comentários eram os mesmos: "o vocalista é bom, mas o som é meio sem sal". Passado alguns meses, comecei a ouvir o Hibria por que um outro amigo meu me disse que uma das faixas tinha uma levada bem legal. Acabei gostando da banda! O legal desse álbum é que ele é paulera do começo ao final. Não que o fato de um disco não ter uma balada seja um grande diferencial, mas pelo menos mata o clichêzão de sempre rolar uma faixa melada nos CDs de heavy metal.
Confesso que a primeira impressão que tive desse CD não foi a melhor. Baixei o Atomic Soul do Russel Allen esperando um álbum complexo, cheio de passagens em compassos compostos, ao melhor estilo Symphony X mesmo. Porém, assim escolhi uma faixa do álbum pra executar, percebi que tinha me enganado. O Jatobá - amigo meu com quem venho compartilhando sons há tempos - estava junto comigo e me lembro bem da sua reação ao ouvirmos lá pela terceira ou quarta faixa, escolhida aleatóriamente, do disco: "Aaaaaah Jão, não gostei não!". Pois é, naquela época eu estava fissurado nas tais quebradeiras que bandas como o próprio Symphony X, Dream Theater e alguns brazukas como o Khallice, Akashic e o Mindflow fazem e, um som mais cru, definitivamente, não era o que eu queria ouvir. Comecei a gostar desse álbum porque ele foi parar acidentalmente em uma coletânea de MP3 que gravei para ouvir no carro. Sempre que rolava a faixa Gaia, eu imagina ser um dos sons do Symphony X que eu tinha gravado junto no CD, já que, além dos álbuns, eu sempre gravo uma pá de sons aleatórios, retirados de coletâneas ou botlegs. A primeira faixa que me fez parar pra prestar atenção nesse disco foi Seasons Of Insanity. Só então percebi que tinha cometido um erro terrível não tendo dado a devida atenção para esse trabalho. É um álbum impecável que traz à tona todas as raízes do Russel Allen, influências que vão, desde Black Sabbath e Rainbow até Alice In Chains. Rock'n'roll de primeiríssima!!! Está pra lá de recomendado!
Lançado em 1996, o Into The Unknown é o sétimo álbum do Mercyful Fate, banda dinamarquesa liderada pelo lendário King Diamond. Conta com 10 excelentes faixas, entre elas Uninvited Guest, Into The Unknown, Fifteen man e Holy Water. É, na minha opinião, o melhor álbum da banda!
Tributo a uma das mais importantes bandas da história. Foi idealizado pelo ex-batera do Helloween, Uli Kusch, e pelo guitarrista do Gamma Ray, Henjo Richter, e conta com a presença de vários outros ícones do metal, entre eles Roland Grapow, Andi Deris e Michael Weikath. É uma seleção de 11 faixas que abragem as fazes que contavam com Dio, Bonnet e Turner nos vocais.
White Skull é uma banda Italiana de power metal que tinha como diferencial o vocal feminino de Federica De Boni. The Dark Age, no entanto, trata-se de um álbum conceitual a respeito da inquisição e traz como frontliner o vocalista argentino Gustavo "Gus" Gabarrò (que, só pra não passar batido, me agradou muito mais do que a vocalista anterior).- É "com certeza" ou "concerteza"?
- É "com certeza", com duas palavras!
- Será?
- Concerteza!
Depois de postar um álbum cristão, nada mais justo que postar sua antítese."Mr. Diamond é um cara esquisito. Promove um hiato considerável ao Mercyful Fate, mas continua firme e forte em carreira solo. Após dar continuidade à saga de Abigail em "Abigal II", King Diamond resolveu escrever a sua história de terror mais intensa e sangrenta: a tragédia de um rapaz que é sangrentamente transformado em marionete pelas mãos de um condutor de show de marionetes, "The Puppet Master".
"Midnlight" assusta pela diferença de estilo. Mais lenta, climática, típica de um filme de terror. Já a faixa título se enquadra no heavy tradicional de Mr. Diamond, com as guitarras firmes de Mike Wead e Andy La Rocque (parceiro de longa data). "This puppets are so grotesque" - exclama nosso herói durante o show. "Magic" traz os famosos vocais em falsete de Diamond em grande forma, enquanto que a soturna "Emerengia" e a agressiva "Blue Eyes" (com os vocais de Livia Zira), trazem a tragédia para nosso herói, que é capturado pelo mestre das marionetes e vai descobrir porque os bonecos são tão estranhos....
O cd é de longe um dos melhores de King nos últimos anos. Músicas como a heavy tradicional "The Ritual" e a depressiva "No More Me" (aonde nosso herói é transformado numa marionete através do mais sangrento ritual) mantém o mesmo estilo já consagrado por King Diamond, mas com um toque especial: há uma história perfeita e a música se encaixa com uma precisão magnífica. Outros destaques de peso ficam para as excelentes "Blood to Walk" , a balada depressiva "So Sad" (aonde King Diamond flerta de leve com o gótico" e a climática e assustadora "Living Dead" que fecha o cd, mas não encerra o drama daquele que era um ser humano e agora está condenado a viver como uma marionete para a eternidade.
Um excelente cd, que supera em muito tudo que Mr. Diamond fez nos anos 90 e que se não é o melhor de todos, mostra que o senhor da escuridão e seus asseclas não estão perdendo o fôlego e continuam a toda na estrada. Tomara que King Diamond consiga reativar o Mercyful Fate e dar ao mesmo este pique maravilhoso. Só que depois dessa eu nunca mais assisto um show de marionetes!!!!!! :)"
Line Up:
King Diamond - Vocais
Mike Wead - Guitarras
Ady La Rocque - Guitarras
Hal Patino - Baixo
Matt Thompson - Bateria
Penei... penei... mas penei mesmo pra conseguir esse álbum. Por isso fiz o upload, pra distribuir de vez o danado pela net. Saca só, esse álbum é um projeto do vocalista alemão Olaf Hayer em que ele faz covers dos clássicos da música cristã.Line Up:
William Hierb (baixo)
Andy Gutahr (guitarra)
Olaf Hayer (vocal)
Danilo Bartdorf (bateria)
Marc Piras (guitarra)
http://br.geocities.com/the_clap_yes/
Considerando os valores acima, fiz os cálculos sobre um dos CDs mais clássicos de todos os tempos, o Made In Japan do Deep Purple:
Beber urina pode retardar envelhecimento.
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Beber um copo de urina diariamente pode curar sinusites, atrasar o envelhecimento e até mesmo tratar um câncer, segundo uma pesquisadora tailandesa, que estudou um grupo de 250 budistas devotos desta prática.
A cientista Ratree Cheepudomwit, do departamento de desenvolvimento da medicina tradicional e alternativa, diz que as pessoas que ingerem todos os dias um copo da sua própria urina descobriram que ela faz maravilhas para a sua saúde, retardando o envelhecimento.
87% dos voluntários relataram efeitos benéficos, como eliminação de rugas, cabelos brancos, problemas de sinusite e mesmo câncer. No entanto, cerca de 10% deles sofriam de diarréia.
Esse movimento budista tailandês chamado Santi Asoke, segue esta prática recomendada pela Escrituras há mais de 2.500 anos.
Fonte: http://www.saudeemmovimento.com.br/
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